É quando eu penso como me estilhaço, estrago, arraso por deliberada vontade, estremeço. Sinto falta de algo, um alvo. Mas quando vou dar nome aos bois, você aparece. Coloco seu nome na minha carência e teu lindo sobrenome na minha solidão fria de sábado à tarde. Te gosto, te gosto muito. Poderia até dizer que te amava. O que eu sinto falta e penso em você é só parte das bagunças de um cérebro confuso e um coração desajeitado. Sinto ou vou sentir sua falta.
E eu posso ser sincero aqui porque você nunca se interessou pela minha arte ou meu blog mesmo.
quinta-feira, 13 de abril de 2017
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